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Perguntas Frequentes sobre Nossos Produtos
última atualização: 20/ago/2009  


Sobre Compras e a RCA

Sobre Freios

Sobre Baterias


Sobre Palhetas





Formas de Pagamento e a Internet

"Não me agrada digitar os dados de meu cartão de crédito em páginas da internet..."

Entendemos sua preocupação. Podemos lhe garantir que nosso sistema de pagamento on-line é seguro, com mecanismos de criptografia que efetivamente protegem seus dados, e que após o processamento todos os dados relativos à pagamentos por cartão são excluidos de nosso sistema. Mas, se desejar, oferecemos outras opções de pagamento (apenas o último, "d", com parcelamento): 

  1. Boleto on-line: Nesta opção de pagamento um boleto bancário será gerado pela loja on-line na finalização da compra. Esse boleto contém um código de barras e uma linha digitável, assim, você poderá pagá-lo na agência bancária, caixa rápido ou pelo site do seu banco. A confirmação do pagamento chega ao nosso sistema em 24 horas.
     
  2. Sedex a Cobrar: Esta é uma opção interessante pois você só paga ao retirar o produto. O pagamento e a retirada é feito na agencia do correio, usualmente a mais próxima do seu endereço. É importante lembrar que o correio só aceita pagamento em dinheiro para essa modalidade e muitas agência fecham as 17:00.  

  3. Depósito ou Transferência Bancária - Bradesco: O modo mais prático, especialmente se for cliente do próprio Bradesco, pois a transferência entre contas do próprio banco é gratuíta. Também pode ser feito o depósito na ampla rede de agências e máquinas de auto-atendimento, ou nas agências do correio que atuam como "Banco Postal".
     
  4. Cartão de Crédito ou Débito, no Site ou Pessoalmente. Que tal fazer-nos uma visita? Podemos debitar seu cartão de crédito ou débito em nosso endereço. na loja online há apenas os cartões de crédito, mas seja aqui na RCA ou no site pode-se parcelar as compras em 3x sem juros no crédito.
Nos pagamentos via cartão de crédito, deve-se levar em consideração o valor total da compra e não somente o valor da parcela. Este valor deve estar dentro do limite total de seu cartão de crédito. Não aceitamos cartões emitidos no exterior.
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Onde Encontro os Flexíveis de Freio RCA?

   Além da loja on-line, você também encontra nossos flexíveis em algumas lojas de motopeças, customizadoras e oficinas.  Veja abaixo uma lista de endereços. (é recomendável ligar antes para confirmar se a loja tem o produto para entrega imediata)

São Paulo e Grande ABC

Alex Preparaçõesvenda instalação
Rua do Imperador, 317 - V. Guilherme - São Paulo    Fone: (11) 9917-2304
 

Moto Traxx - venda instalação
Rua Tiradentes, 839  - São Bernardo do Campo   Fone: (11) 4338-0202

Odair Motos - venda instalação
R. Evangelista de Souza, 1326 - Santo André   Fone: (11) 4475-7926

Cabelo 2T - venda instalação
R. Batavia, 15 - Santo André   Fone: (11) 4975-1980

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Sobre a RCA


   A RCA nasceu em 2005 da dificuldade que seu fundador teve em encontrar discos de freio para sua XT600 importada, e os fabricou até o final de 2006. Nesse meio tempo inciou a linha de flexíveis de freio, inicialmente usando a técnica tradicional de montagem manual e depois evoluindo para a montagem mecanizada. Também, em função da procura, foram sendo adicionados outros produtos e facilidades (tais como filtros e cartões de crédito parcelados), e ampliado o leque de atuação para quadriciclos, jet ski e automóveis.

   É uma empresa explicitamente da era digital, e que se esforça em colocar na prática a máxima de "olhar com os olhos do cliente" - afinal também somos amantes das máquinas e consumidores como todos nós.

   Nossos valores são simples: Honestidade, cidadania, trabalho eficiente, bom senso e responsabilidade e nossa missão de trabalho é o oferecimento, dentro de nossa área de atuação, das melhores soluções possíveis às demandas do maior número de clientes.

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Sobre os Flexíveis de Alto Desempenho RCA

   Os flexíveis de freio e malha de inox RCA são fabricados a partir de um tubo de Teflon (marca reg. DuPont) puro, o que lhe traz maior flexibilidade e vida útil, reforçado externamente por uma malha de aço inox trançada ao seu redor sob grande pressão e uma camada externa plástica para proteção e estética. São  pré-montados nas medidas de cada moto ou sob encomenda e suportam temperaturas contínuas entre -73 a +260 ºC ( vão de Ushuaia ao final do "S" de Interlagos! ). Podem ser dobradas em curvas de até 30 mm de raio, o que garante fácil instalação na motocicleta.

   Os terminais que usamos são, assim como as mangueiras, de fabricação própria, em aço carbono e muito resistentes. O uso do aço evita possíveis vazamentos causados pela trepidação inerente às motocicletas e são tratadas para evitar corrosão e ter um aspecto liso. No desenho abaixo há um exemplo de mangueira e terminal (o terminal pode variar conforme o modelo de moto).

   Os flexíveis de borracha, por sua construção, expandem-se internamente sob pressão em valores volumétricos entre 10% (novos - NBR 13477) a 30% (10 anos de uso com fluido DOT4). Dai a recomendação das fábricas para que sejam trocados a cada 4 anos. Os flexíveis feitos com teflon e malha de inox expandem-se entre 0,001%  (novos) e 0,1% (após 10 anos sob o mesmo DOT 4). Outra característica da borracha é que esta é parcialmente permeável ao ar, além de ser atacada pelo fluido de freio, assim contaminando este com umidade (do ar) e resíduos de borracha.

   Do ponto de vista do piloto, o freio fica mais sensível, de forma que há uma correlação estreita entre a força aplicada no manete/pedal e a frenagem efetiva - nas mangueiras de borracha isso só acontece no início da frenagem. Já experimentou tentar aliviar a frenagem após a roda travar com o sistema original? Não adianta apenas diminuir a pressão no manete/pedal - a roda continua travada, é preciso soltá-la e reiniciar a frenagem. Por todo esse tempo o freio está todo ou parcialmente solto, ou 100% aplicado (possivelmente travando a roda). Com os flexíveis que fabricamos o piloto consegue modular o freio, trabalhando na iminência do travamento mas sem atingir esse, aproveitando todo o atrito (dinâmico) do pneu em relação ao solo, por todo o período da frenagem - é esse o segredo!

   Além disso, nossos flexíveis em teflon são inertes a todos os tipos de fluido de freio, não requerem manutenção e duram muito mais que os originais.

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Quais as Diferenças Entre as Mangueiras Transparente e Preta?

   Apenas a cor (transparente brilhante ou preto fosco) do revestimento externo da mangueira. A mangueira, assim como terminais, acabamentos, método de fabricação, desempenho, preço, etc. são iguais entre as duas opções de cor.

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Porque Não Oferecemos Terminais em Alumínio?

   Há muita propaganda acerca de terminais em alumínio. Esse material é sem dúvida muito bonito, pois permite acabamentos coloridos, mas tem algumas particularidades e não entendemos que seja o melhor para uma aplicação crítica:  

- A legislação brasileira (NBR 13477), assim como a americana (DOT MVSS-1006), expressamente exigem o uso de terminais em aço nos flexíveis de freio para veículos rodoviários. Tal norma é também seguida em outros paises e tem fundamento, pois o alumínio não tem mesma resistência ao stress mecânico (fadiga de material) que o aço, mesmo se anodisado ou tratado termicamente.

- Em conjunção a isso, cada metal tem uma característica chamada de "potencial eletro-químico" (Peq). Quando dois metais de Peq diferentes são postos em contato através de um meio condutor ácido (chuva das grandes cidades, desengraxantes, etc.), inicia-se um processo denominado "corrosão galvânica", onde um metal (o alumínio, no caso) é erodido e um potencial elétrico é criado - como numa pilha. Para evitar esse efeito, não se deve misturar metais de Peq muito diferentes - o alumínio utilizado comercialmente é fortemente anódico e o aço inox é fortemente catódico.

   O stress mecânico e a corrosão galvânica acontecem ao mesmo tempo, um potencializando os malefícios da outra, acelerando o aparecimento de fissuras no material. (foto real ao lado)

   O uso do alumínio em terminais de freio é para ambiente de pista (corridas), onde o flexível é trocado por precaução, após uma ou duas temporadas. Para uso nas ruas a regra é a mesma: Pode ser utilizado, mas sabendo que sua vida útil é de limitada.

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Quais os Tipos de Fluidos de Freio?

   Há basicamente dois tipos de fluidos de freio: Os baseados em glicol (DOT 3, 4 e 5.1) e os baseados em silicone (DOT 5). Ambos os tipos, glicol ou silicone, tem prós e contras, porém todas as motos modernas usam os baseados em glicol (DOT 3, 4 e 5.1). O DOT 5.1 é a melhor opção de upgrade para motos que originalmente utilizam DOT 3 ou DOT 4. 

   Basicamente, quanto maior o número DOT, maior é o ponto de ebulição do fluido, e mais caro também. O DOT 3 é o fluído básico e muitas motos saem de fábrica com ele, enquanto que o DOT 4 é superior em termos de ponto de ebulição e contém aditivos para que a água eventualmente absorvida não altere tanto suas características como ocorre no DOT 3. O DOT 5.1 é um fluido baseado em glicol que devido à forte aditivação apresenta as boas características dos fluidos baseados em silicone (alto ponto de ebulição, baixa característica higroscópica, baixa agressividade à pintura e à borracha) sem os mesmos inconvenientes deste (alto preço e difícil fornecimento).

   O fluido DOT 5 é baseado em silicone, criado em meados da década de 70 e atualmente de uso restrito à veículos militares e embarcações. Esse fluido não é higroscópico e não mancha a pintura, mas apresenta um grande inconveniente: Se por ventura alguma umidade penetrar no sistema (através da borracha dos flexíveis, condensação, etc.), esta se concentrará na parte mais baixa do sistema, que nas motos é a pinça de freios - e também a parte que mais se aquece, causando corrosão e 'fervendo' logo acima dos 100ºC., e por isso não é recomendado seu uso em motocicletas e carros. 


Pontos de Ebulição dos Vários Fluídos de Freio
Especificação Mínima     Boas Marcas    
Tipo / Cor usual  Seco Húmido Seco Húmido
DOT 3 (azul a verde) 205 ºC  140 ºC 220 ºC 150 ºC
DOT 4 (vermelho a âmbar) 230 ºC 155 ºC 260 ºC 170 ºC
DOT 5 (cristalino, base silicone) 260 ºC 180 ºC 270 ºC 190 ºC
DOT 5.1 (amarelo a cristalino) 260 ºC 180 ºC 270 ºC 190 ºC

   Importante é rotineiramente trocar o fluido de freio. Um ano é um bom período para troca. O uso de flexíveis de freio em teflon pode até triplicar esse período, pois através deles não haverá contaminação do fluido (mas continua havendo infiltração pela tampa do reservatório de fluído).

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Sobre Limpeza do Sistema de Freios

Para limpeza de sistemas de freio hidráulico, o melhor é usar o próprio fluido de freio (novo e do mesmo tipo que será usado no final, não o que já está na moto).

-
Ao alterar a especificação do fluido deve-se fazer passar o novo fluido pelo sistema de freio até retirar todo vestígio do antigo.
- Não use produtos de origem mineral, como óleo de motor (ou mesmo tipo "Singer"), gasolina, querosene, óleo diesel, etc. Se for preciso limpar lugares muito estreitos, use o WD40 - mas somente o original, a maioria dos equivalentes usa óleos minerais que contaminarão o sistema.
- Também não use líquidos que contenham água, tais como álcool, sabão, etc..
-  Mantenha sempre as mãos limpas ao manusear os componentes do reparo.
- Procure manter a bancada e as mão limpas ao manusear componentes de freio, evitando contaminação ou entrada de impurezas no sistema.
- Se usar ar comprimido, certifique-se que o compressor não esteja enviando junto com o ar excessos de água (condensada em seu reservatório) e óleo.
- Não use lixa ou palha de aço para limpar os cilindros e reservatórios. Use pano limpo e que não solte fiapos, ou melhor ainda, um pincel de cerdas firmes e que não desfie.
- Por fim, nos flexíveis a limpeza consiste somente e fazer passar por eles fluido novo e, se possível, ar comprimido.

Depois de tudo remontado e funcionando, polidor e cera darão aos  terminais um belo efeito estético.



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Quais os Tipos de Pastilha de Freio?

Orgânica, semi-metálica, metálica, sinterizada ou carbono –
São tipos de materiais usados na pastilha de freio. Cada um tem diferentes características que afetam o coeficiente de atrito, a durabilidade da pastilha e do disco de freio, assim como o barulho e o pó gerados na frenagem, entre outros. Ao escolher o melhor material para o seu uso considere, além do aspecto técnico, a qualidade e a garantia oferecidas pelo fabricante e revendedor – peças de melhor qualidade lhe trarão economia no médio e longo prazo, além de maior prazer ao pilotar sua moto. A seguir temos uma visão geral de cada tipo, levando em conta apenas o material construtivo e a tendência de resultado final.
 
Orgânica – Feitas a base de celulose e resina fenólica. Antigamente se utilizava asbesto (amianto) para melhorar as propriedades em altas temperaturas, mas atualmente esse material está proibido por ser cancerígeno. Tem um razoável coeficiente de atrito sob baixos esforços e baixas temperaturas de operação. Desgastam pouco o disco de freio, são baratas e quase não produzem barulho. Por outro lado desgastam-se mais rápido e se degeneram sob alta temperatura (vitrificam). São mais indicadas para uso urbano, sem compromisso com alto desempenho e em motos de pequena cilindrada. São as mais comuns no mercado paralelo.
 
Semi-Metálica (ou ‘organometálica’) – Estas pastilhas tem, tipicamente, latão, bronze e/ou alumínio adicionados em diferentes proporções à resina, de forma à incrementar suas características em altas temperaturas e a  resistência mecânica do composto. São pastilhas excelentes para o uso no dia-a-dia de motos médias (250 a 400 cc.). Em relação às orgânicas, tem um custo pouca coisa superior – largamente compensado pela maior durabilidade, eficiência e sensibilidade sem que gerem desgaste adicional no disco de freio. Ao final, suas qualidades estão tornando-as padrão no uso diário nessa faixa de cilindrada. A maioria dessas motos saem de fábrica com este tipo de pastilha, além de motos maiores usando pastilhas com este conposto mas uma grande área de contato - como várias Harley-Davidson.
 
Metálica (também ‘organometálica’) – São parentes próximas das semi-metálicas, sendo adicionado uma maior carga de pó metálico. Isso ressalta as características de sensibilidade e poder de frenagem, sem no entanto agredir o disco de freio. Praticamente todas as motos modernas médias e grandes utilizam originalmente pastilhas metálicas. Em relação às semi-metálicas, estas tem maior vida útil, recuperam-se mais rapidamente após molhadas e trazem ao motociclista frenagens mais progressivas e consistentes. O custo é pouca coisa superior a essas, largamente compensado pelo seu desempenho, e tendência a gerar menos ruídos. Também é indicada para o off-road leve.
 
Sinterizada – Estas pastilhas são feitas de uma mistura de metais em pó - tipicamente alumínio, bronze,  cobre, etc. -  moldada em alta temperatura e pressão de forma a torna-se um bloco sólido e homogêneo. Podem ser formuladas para funcionarem melhor a baixas, médias ou altas temperaturas, porém usualmente tem comportamento apenas mediano quando frias. Também  dependendo de sua composição podem ser mais ou menos agressivas ao disco. É a tendência da indústria motociclística de alto desempenho.
 
S-Sinter –  Estas pastilhas, exclusividade da Fischer, são produzidas por um processo especial que lhes dão as boas características das pastilhas sinterizadas para uso no off-road (resistência ao desgaste e ótimo comportamento operando molhada) sem as principais limitações das sinterizadas: acelerado desgaste do disco de freio, demora no aquecimento e preço elevado. Ao contrário, trabalham bem desde frias e são menos agressivas ao disco de freio que uma sinterizada de desempenho equivalente. Já são amplamente usada pelas melhores equipes brasileiras de enduro, rally e motocross com excelentes resultados.  Também é o composto ideal para uso em quadriciclos.

Lonas de Freio – São Produzidas com o mesmo material das pastilhas orgânicas, mais adaptado ao menor esforço a que o material de atrito é submetido nesse tipo de freio. 

gráfico comparativo entre os tipos de pastilhas Fischer

gráficos com as características dos vários tipos de pastilhas

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Sangrando o Sistema de Freio

A cada dois ou três anos é necessário trocar o fluido de freio. Esse é a rotina mais fácil em relação aos freios: basta colocar uma mangueira plástica no sangrador da pinça de freio e a outra ponta dessa mangueira numa vasilha. Abra a tampa do reservatório dianteiro/traseiro e vá 'bombando' o freio e completando o fluido no reservatório. Verá que o fluido novo tem uma cor diferente do velho, e quando não sair mais fluido antigo o sistema está "lavado" (usa-se fluido novo para 'lavar' o sistema).
 
A sangria 'tradicional' é dessa mesma forma, mas com o sangrador fechado (e fluido no reservatório) aperta-se o manete ou pedal e faz-se um movimento de abrir e fechar o sangrador de forma que as bolhas de ar dentro da pinça saiam para a mangueira e não voltem para o sangrador. Tem de ser um movimento rápido porque apenas alguns mililitros são movimentados a cada vez que se aperta o freio. Quando não saírem mais bolhas o sistema está sangrado.
 
Ao alterar a especificação do fluido deve-se fazer passar o novo fluido pelo sistema de freio até retirar todo vestígio do antigo.

Quando se troca o flexível, a melhor maneira de encher o sistema com fluido é usando uma seringa ligada ao sangrado por uma pequena mangueira (vendida nas motopeças em várias cores), injetando o fluido da pinça para o cilindro-mestre. Depois sangra-se como no parágrafo anterior.
 
Veja que o flexível de freio pode reter bolhas de ar nos locais onde forma uma curva com a 'barriga' para cima, como acima do guidão da Lander. Para evitar isso solte o flexível na base da suspensão e puxe-o para baixo. Outro detalhe é o parafuso oco de saída do cilindro-mestre, que deve 'apontar' para baixo, evitando que uma bolha fique presa dentro dele.
 
Eventuais bolhas que chegarem ao cilindro-mestre serão eliminadas por um furo em sua base que as direciona para o reservatório de fluido conforme o freio é usado. Nesse caso, pode ocorrer de inicialmente o freio parecer 'borrachudo' e após algumas frenagens reais (com a moto se movimentando em todos os eixos) essa sensação desaparece.
 
Estando o cilindro-mestre aberto, cubra-o com um pano limpo e sem pelos, assim evita-se algum respingo de fluido na pintura e também a entrada de alguma impureza.

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Dicas de Instalação - Flexíveis

- O mecânico sangrou direito? Perguntamos isso pois não basta abrir o sangrador e apenas ir completando o fluido no reservatório. O ar se acumula nas partes mais altas, e isso inclui curvas do flexível com ápice acima do parafuso que liga o flexível ao cilindro mestre e a parte que fica dentro da pinça, porém acima do sangrador. Em algumas motos (XT600E e Canyon500, p. ex.) é preciso soltar as pinças de freio e colocá-las de tal forma que o sangrador seja efetivamente a parte mais alta.

- O meio mais fácil de sangrar um sistema de freio é usando uma seringa de 20 ml (a venda nas farmácias), sem a agulha, e um pedaço de mangueira plástica fina (a venda nas motopeças como "mangueira de respiro").  Instale todo o sistema nos lugar - cilindro-mestre, flexíveis e pinça, já apertando os respectivos parafusos com o torque indicado no manual da moto. 
Deixe o cilindro-mestre sem a tampa do reservatório e abra o sangrador da pinça de freio. Coloque um pequeno pedaço da mangueira na ponta da seringa e a encha de fluido. Coloque a ponta da mangueira/seringa no sangrador e delicadamente (para minorar a formação de espuma) vá enchendo o sistema "da pinça para o cilindro-mestre". Veja que no final é costume o fluido espirar do reservatório do cilindro-mestre (ou transbordar). Cheio o sistema, feche a tampa do reservatório do cil. mestre, o sangrador, retire a seringa e aguarde uns 20/30 minutos para que alguma eventual espuma se dissipe. Faça uma rápida sangria "tradicional" e está pronto.
 

- A regulagem do manete muda um pouco. Como o tubo não é expansível, o curso do manete diminui. Assim, o parafuso de regulagem deve ficar um pouco "enforcado", pressionando de leve o cilindro mestre, mesmo na posição de descanso do manete (mas a roda continua livre!). Em alguns casos de manetes paralelos, pode ser necessário um pequeno ponto de solda na parte onde o manete encosta no interruptor do freio (fim de curso do manete) para que a luz do freio seja corretamente acionada.

- O fato de o flexível em teflon "envergar" ao ser pressionado o manete é normal. Isso é devido ao tubo ser rígido porém estar curvado. Quando a pressão interna aumenta todas as paredes do tubo sofrem igual força e isso tende a he dar forma retilínea.

- É importante lembrar que não adianta sangrar um sistema de freio cujo fluído esteja contaminado, pois por melhor que seja feita a sangria, quando a temperatura da pinça de freio aumentar o fluído irá gerar vapor e o freio tornará a se mostrar "borrachudo".

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Baterias - Tipos

   As baterias veiculares tem duas grandes funções: A mais importante é fornecer a energia necessária para que o motor inicie sua operação, e a segunda é estabilizar o sistema elétrico, minimizando grandes flutuações de tensão. Investir em uma bateria de qualidade não só garante partidas mais fáceis, especialmente em motores grandes, mas também prolongará a vida dos componentes elétricos. Isso se refletirá em economia no médio prazo. 

  Qual a bateria correta para sua moto? Essa informação está no manual da moto e também na página da cada modelo na nossa loja on-line. Outra fonte de informação, porém nem sempre confiável, são os dados impressos na bateria antiga.

Há três tipos diferentes de baterias: Convencionais, Convencionais seladas (ou "livres de manutenção") e Gel.

  As baterias convencionais são aquelas em que é facilitada ação de completar o nível da solução de ácido com água destilada. Esse tipo de bateria é fornecida seca e acompanham flaconetes com a solução já pronta, na quantidade correta ou sobrando. Após encher as células com a solução fornecida, a bateria deve ser deixada parada por 01 (uma) hora, para que o processo de ativação se opere. Após isso ela estará com aproximadamente 70% de sua carga total - o suficiente para dar a partida no motor e este terminar o processo de carga durante o uso. O nível de solução deve ser conferido após a ativação, e completado com água destilada se necessário.

   O uso da bateria sem aguardar o processo de ativação ira gerar sobreaquecimento e perda da vida útil desta, pois como haverá pouca carga, o regulador de voltagem desviará ininterruptamente toda a potência disponível no sistema de carga da moto para a bateria - mais do que ela pode absorver sem comprometimento. 

   A cada mês ou pouco mais o nível de ácido em todas as células deve ser conferido e completado, se necesário, com água destilada. Esse momento é oportuno para certificar-se que os terminais estejão bem conectados e sem oxidações - isso se aplica a todos os tipos de baterias.

   O segundo tipo de bateria são as seladas ou ´livres de manutenção´. Estas baterias são iguais às convencionais, mas suas células são fechadas por tampas coladas ou prensadas, e há a adição de uma válvula de segurança ao corpo da bateria. O princípio de funcionamento é o mesmo, mas quando há aquecimento, ao invés do vapor d`água ser perdido para o ambiente, ele fica retido dentro da caixa da bateria. Somente se a pressão for muito grande é que parte desse vapor é perdida. Com o tempo este tipo também fica com baixo nível de solução, e é comum serem abertas (se possível) e completadas com água destilada - uma ação não recomendada pelos fabricantes mas que efetivamente aumenta a vida útil da bateria.

   As bateria seladas também devem ser ativadas, e da msma forma que as convencionais após esse processo sua carga será de aproximadamente 70% da máxima, permitindo a partida do motor para que este complete a carga durante o uso.

  As baterias de Gel são as mais modernas, e caras. Nelas o ácido está na forma de gel, o que gera várias vantagens: Não há decantação (que diminui a capacidade da bateria durante sua vida útil), já vem ativadas de fábrica, maior resistência à temperaturas muito frias ou muito quentes (faixa de uso: -40 à + 50 graus celsius), maior durabilidade (pode chegar ao dobro das convencionais) e maior amperagem em relação ao tamanho e peso.

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Baterias - Dicas


   Antes de instalar sua nova bateria, certifique-se que o sistema elétrico de sua moto está em boas condições. Se sua bateria anterior durou muito menos que o esperado, há grande chance de a nova ser afetada pelo mesmo problema. Rapidamente seu mecânico de confiança pode testar as bobinas do estator, fugas de corrente, retificador e regulador de voltagem. Outras dicas importantes são:
  • Suco de limão retira facilmente o zinabre, e graxa ou pasta de vaselina evitam que esta ocorra novamente por um bom período.
  • Todas os tipos de baterias perdem sua carga com o tempo. É um processo natural e ocorre mais rapidamente quanto maior for a carga da bateria. Alarmes e outros sistemas de segurança consomem pouco em repouso, mas permanentemente. 
  • A melhor maneira de manter sua bateria carregada e com grande vida útil é andar de moto :-) , mas na impossibilidade pode-se usar carrgadores lentos com função de desulfatação, na faixa de 0,15 ampéres/h - o bastante para contrabalançar essas perdas e manter a carga da batria. Carregadores lentos comuns não devem ser mantidos permanentemente ligados à bateria.
  • Somente carregadores extra-lentos, de até 1,0 amp.hora, devem ser usados em baterias de moto. O uso de carregadores automotivos, muito mais potentes, causarão danos e diminuição da vida útil.
  • Devido à regulamentação do correio quanto ao transporte de itens perigosos, se for enviar alguma bateria convencional para a RCA para troca em garantia, pedimos que a esvazie e lave antes de postá-la.  
  • O descarte das baterias usadas não deve ser feito no lixo doméstico. O mais prático é deixá-la no autoelétrico mais  próximo.
  • O ácido de bateria é corrosivo, mantenha-o longe dos olhos, pele e roupas. Caso haja contato lave a área com água em abundância. 
  • Cuidado com ferramentas, relógios e jóias.. Estes podem gerar um curto-circuito entre os pólos da bateria ou entre o pólo positivo e as partes metálicas da moto, podenda causar queimaduras ou fogo.

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Cuidados com as Palhetas


- Ao lavar o veículo, passe um pano úmido (com sabão neutro ou apenas água) na borracha para remoção do excesso de impurezas;

- Não use querosene ou outros produtos químicos, pois deformam ou até destroem a borracha;

- Ao instalar palhetas novas, certifique-se que o vidro esteja limpo. Ceras, xampus de lava-rápidos e contaminantes da estrada criam uma fina camada que reduz a clareza do pára-brisas. Recomenda-se utilizar produtos não abrasivos para limpeza (do tipo “Vidrex”) e água morna periodicamente. Não utilizar produtos à base de petróleo.

- Antes de ligar o limpador, certifique-se de que não há impurezas mais pesadas no vidro e que o mesmo esteja molhado ;

- Não use detergente comum no reservatório de água do limpador, pois corrói e resseca a borracha – há no mercado detergentes específicos que diminuem o atrito e ajudam na limpeza do pára-brisas;

- Substitua as palhetas regularmente – aconselhamos trocá-las a cada 06 meses;

- Mantenha o pára-brisas limpo – além de melhorar a visibilidade, facilita a varredura das palhetas;

- Persistindo os problemas, verifique as condições dos braços do limpador

Cuidados

- Conduzir veículo sem acionar o limpador de pára-brisa sob chuva é falta grave segundo o Código de Trânsito, punida com cinco pontos na CNH, multa de R$ 127,69 e retenção do veículo para regularização.

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Defeitos e Falhas nas Palhetas


defeitos nas palhetas

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