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Sobre Compras e a RCA |
Sobre Freios
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Sobre Baterias
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| Pontos de Ebulição dos Vários Fluídos de Freio | ||||
| Especificação Mínima | Boas Marcas | |||
| Tipo / Cor usual | Seco | Húmido | Seco | Húmido |
| DOT 3 (azul a verde) | 205 ºC | 140 ºC | 220 ºC | 150 ºC |
| DOT 4 (vermelho a âmbar) | 230 ºC | 155 ºC | 260 ºC | 170 ºC |
| DOT 5 (cristalino, base silicone) | 260 ºC | 180 ºC | 270 ºC | 190 ºC |
| DOT 5.1 (amarelo a cristalino) | 260 ºC | 180 ºC | 270 ºC | 190 ºC |
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Importante é rotineiramente trocar o fluido de freio. Um ano é um bom
período para troca. O uso de flexíveis de freio em teflon pode
até triplicar esse período, pois através deles não haverá contaminação
do fluido (mas continua havendo infiltração pela tampa do reservatório
de fluído). Sobre Limpeza do Sistema de Freios Para limpeza de sistemas de freio hidráulico, o melhor é usar o próprio fluido de freio (novo e do mesmo tipo que será usado no final, não o que já está na moto). - Ao alterar a especificação do fluido deve-se fazer passar o novo fluido pelo sistema de freio até retirar todo vestígio do antigo. - Não use produtos de origem mineral, como óleo de motor (ou mesmo tipo "Singer"), gasolina, querosene, óleo diesel, etc. Se for preciso limpar lugares muito estreitos, use o WD40 - mas somente o original, a maioria dos equivalentes usa óleos minerais que contaminarão o sistema. - Também não use líquidos que contenham água, tais como álcool, sabão, etc.. - Mantenha sempre as mãos limpas ao manusear os componentes do reparo. - Procure manter a bancada e as mão limpas ao manusear componentes de freio, evitando contaminação ou entrada de impurezas no sistema. - Se usar ar comprimido, certifique-se que o compressor não esteja enviando junto com o ar excessos de água (condensada em seu reservatório) e óleo. - Não use lixa ou palha de aço para limpar os cilindros e reservatórios. Use pano limpo e que não solte fiapos, ou melhor ainda, um pincel de cerdas firmes e que não desfie. - Por fim, nos flexíveis a limpeza consiste somente e fazer passar por eles fluido novo e, se possível, ar comprimido. Depois de tudo remontado e funcionando, polidor e cera darão aos terminais um belo efeito estético. Lonas de Freio – São Produzidas com o mesmo material das pastilhas orgânicas, mais adaptado ao menor esforço a que o material de atrito é submetido nesse tipo de freio.
A cada dois ou três anos é necessário trocar o fluido de freio. Esse é a rotina mais fácil em relação aos freios: basta colocar uma mangueira plástica no sangrador da pinça de freio e a outra ponta dessa mangueira numa vasilha. Abra a tampa do reservatório dianteiro/traseiro e vá 'bombando' o freio e completando o fluido no reservatório. Verá que o fluido novo tem uma cor diferente do velho, e quando não sair mais fluido antigo o sistema está "lavado" (usa-se fluido novo para 'lavar' o sistema). A sangria 'tradicional' é dessa mesma forma, mas com o sangrador fechado (e fluido no reservatório) aperta-se o manete ou pedal e faz-se um movimento de abrir e fechar o sangrador de forma que as bolhas de ar dentro da pinça saiam para a mangueira e não voltem para o sangrador. Tem de ser um movimento rápido porque apenas alguns mililitros são movimentados a cada vez que se aperta o freio. Quando não saírem mais bolhas o sistema está sangrado. Ao alterar a especificação do fluido deve-se fazer passar o novo fluido pelo sistema de freio até retirar todo vestígio do antigo. Quando se troca o flexível, a melhor maneira de encher o sistema com fluido é usando uma seringa ligada ao sangrado por uma pequena mangueira (vendida nas motopeças em várias cores), injetando o fluido da pinça para o cilindro-mestre. Depois sangra-se como no parágrafo anterior. Veja que o flexível de freio pode reter bolhas de ar nos locais onde forma uma curva com a 'barriga' para cima, como acima do guidão da Lander. Para evitar isso solte o flexível na base da suspensão e puxe-o para baixo. Outro detalhe é o parafuso oco de saída do cilindro-mestre, que deve 'apontar' para baixo, evitando que uma bolha fique presa dentro dele. Eventuais bolhas que chegarem ao cilindro-mestre serão eliminadas por um furo em sua base que as direciona para o reservatório de fluido conforme o freio é usado. Nesse caso, pode ocorrer de inicialmente o freio parecer 'borrachudo' e após algumas frenagens reais (com a moto se movimentando em todos os eixos) essa sensação desaparece. Estando o cilindro-mestre aberto, cubra-o com um pano limpo e sem pelos, assim evita-se algum respingo de fluido na pintura e também a entrada de alguma impureza.
- O mecânico sangrou direito?
Perguntamos isso
pois não basta abrir o sangrador e apenas ir completando o fluido no
reservatório. O ar se acumula nas partes mais altas, e isso inclui
curvas do flexível com ápice acima do parafuso que liga o flexível ao
cilindro mestre e a parte que fica dentro da pinça, porém acima do
sangrador. Em algumas motos (XT600E e Canyon500, p. ex.) é preciso
soltar as pinças de freio e colocá-las de tal forma que o sangrador
seja efetivamente a parte mais alta. - O meio mais fácil
de sangrar um sistema de freio é usando uma seringa de 20 ml (a venda
nas farmácias), sem a agulha, e um pedaço de mangueira plástica fina (a
venda nas motopeças como "mangueira de respiro"). Instale
todo o
sistema nos lugar - cilindro-mestre, flexíveis e pinça, já apertando os
respectivos parafusos com o torque indicado no manual da moto. - A regulagem do manete muda um pouco. Como
o tubo não é expansível, o
curso do manete diminui. Assim, o parafuso de regulagem deve ficar um
pouco "enforcado", pressionando de leve o cilindro mestre, mesmo na
posição de descanso do manete (mas a roda continua livre!). Em alguns
casos de manetes paralelos, pode ser necessário um pequeno ponto de
solda na parte onde o manete encosta no interruptor do freio (fim de
curso do manete) para que a luz do freio seja corretamente acionada. - É importante lembrar que não adianta sangrar um sistema de freio cujo fluído esteja contaminado, pois por melhor que seja feita a sangria, quando a temperatura da pinça de freio aumentar o fluído irá gerar vapor e o freio tornará a se mostrar "borrachudo". Baterias - Tipos As baterias veiculares tem duas grandes funções: A mais importante é fornecer a energia necessária para que o motor inicie sua operação, e a segunda é estabilizar o sistema elétrico, minimizando grandes flutuações de tensão. Investir em uma bateria de qualidade não só garante partidas mais fáceis, especialmente em motores grandes, mas também prolongará a vida dos componentes elétricos. Isso se refletirá em economia no médio prazo. Qual a bateria correta para sua moto? Essa informação está no manual da moto e também na página da cada modelo na nossa loja on-line. Outra fonte de informação, porém nem sempre confiável, são os dados impressos na bateria antiga. Há três tipos diferentes de baterias: Convencionais, Convencionais seladas (ou "livres de manutenção") e Gel. As baterias convencionais são aquelas em que é facilitada ação de completar o nível da solução de ácido com água destilada. Esse tipo de bateria é fornecida seca e acompanham flaconetes com a solução já pronta, na quantidade correta ou sobrando. Após encher as células com a solução fornecida, a bateria deve ser deixada parada por 01 (uma) hora, para que o processo de ativação se opere. Após isso ela estará com aproximadamente 70% de sua carga total - o suficiente para dar a partida no motor e este terminar o processo de carga durante o uso. O nível de solução deve ser conferido após a ativação, e completado com água destilada se necessário. O uso da bateria sem aguardar o processo de ativação ira gerar sobreaquecimento e perda da vida útil desta, pois como haverá pouca carga, o regulador de voltagem desviará ininterruptamente toda a potência disponível no sistema de carga da moto para a bateria - mais do que ela pode absorver sem comprometimento. A cada mês ou pouco mais o nível de ácido em todas as células deve ser conferido e completado, se necesário, com água destilada. Esse momento é oportuno para certificar-se que os terminais estejão bem conectados e sem oxidações - isso se aplica a todos os tipos de baterias. O segundo tipo de bateria são as seladas ou ´livres de manutenção´. Estas baterias são iguais às convencionais, mas suas células são fechadas por tampas coladas ou prensadas, e há a adição de uma válvula de segurança ao corpo da bateria. O princípio de funcionamento é o mesmo, mas quando há aquecimento, ao invés do vapor d`água ser perdido para o ambiente, ele fica retido dentro da caixa da bateria. Somente se a pressão for muito grande é que parte desse vapor é perdida. Com o tempo este tipo também fica com baixo nível de solução, e é comum serem abertas (se possível) e completadas com água destilada - uma ação não recomendada pelos fabricantes mas que efetivamente aumenta a vida útil da bateria. As bateria seladas também devem ser ativadas, e da msma forma que as convencionais após esse processo sua carga será de aproximadamente 70% da máxima, permitindo a partida do motor para que este complete a carga durante o uso. As baterias de Gel são as mais modernas, e caras. Nelas o ácido está na forma de gel, o que gera várias vantagens: Não há decantação (que diminui a capacidade da bateria durante sua vida útil), já vem ativadas de fábrica, maior resistência à temperaturas muito frias ou muito quentes (faixa de uso: -40 à + 50 graus celsius), maior durabilidade (pode chegar ao dobro das convencionais) e maior amperagem em relação ao tamanho e peso. Baterias - Dicas Antes de instalar sua nova bateria, certifique-se que o sistema elétrico de sua moto está em boas condições. Se sua bateria anterior durou muito menos que o esperado, há grande chance de a nova ser afetada pelo mesmo problema. Rapidamente seu mecânico de confiança pode testar as bobinas do estator, fugas de corrente, retificador e regulador de voltagem. Outras dicas importantes são:
Cuidados com as Palhetas - Ao lavar o veículo, passe um pano úmido (com sabão neutro ou apenas água) na borracha para remoção do excesso de impurezas; - Não use querosene ou outros produtos químicos, pois deformam ou até destroem a borracha; - Ao instalar palhetas novas, certifique-se que o vidro esteja limpo. Ceras, xampus de lava-rápidos e contaminantes da estrada criam uma fina camada que reduz a clareza do pára-brisas. Recomenda-se utilizar produtos não abrasivos para limpeza (do tipo “Vidrex”) e água morna periodicamente. Não utilizar produtos à base de petróleo. - Antes de ligar o limpador, certifique-se de que não há impurezas mais pesadas no vidro e que o mesmo esteja molhado ; - Não use detergente comum no reservatório de água do limpador, pois corrói e resseca a borracha – há no mercado detergentes específicos que diminuem o atrito e ajudam na limpeza do pára-brisas; - Substitua as palhetas regularmente – aconselhamos trocá-las a cada 06 meses; - Mantenha o pára-brisas limpo – além de melhorar a visibilidade, facilita a varredura das palhetas; - Persistindo os problemas, verifique as condições dos braços do limpador Cuidados - Conduzir veículo sem acionar o limpador de pára-brisa sob chuva é falta grave segundo o Código de Trânsito, punida com cinco pontos na CNH, multa de R$ 127,69 e retenção do veículo para regularização.
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